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Caio, sempre ele
17/03/2008

“Fomos tocar em Londrina com o Made In Brazil numa sexta-feira. Era para ser apenas um show, mas resolvemos de última hora marcar uma nova apresentação para o sábado. Como diz o Marcelo Nova, podem ser os Rolling Stones, mas se não houver divulgação do show, não aparece ninguém para assistir. Subimos então a bordo de um Galaxy para divulgar nosso show. Enquanto isso, um de nossos colegas bebia feito um condenado. Deu umas 5h da tarde, o Osvaldo Vecchione olhou e comentou: ‘Esse menino não toca hoje, não.’ Ele estava estragadíssimo. Nós estávamos hospedados em uma casa sem mobília, superlegal. Estavam apenas os colchões no chão. Ainda não sabíamos se haveria show e alguns de nós acabamos levando umas meninas para a casa. Num determinado momento, uma menina prontificou-se a acordar nosso bêbado da vez. Ainda semiconsciente, ele abriu um olho e disse: ‘Estou lhe querendo!’”

A fonte dessa história – inocente para o padrão das Velhas Virgens – pediu para não ser identificada e também recusou-se a revelar o protagonista. Em protesto, Caio levanta-se da mesa do bar e diz: “É por essas e outras que eu levo fama de putanheiro. Vocês vão contando essas histórias e depois todo mundo fica olhando pra minha cara. Mas tudo isso é intriga da oposição. No fundo, eu sou um romântico.”

Paulão olha para o guitarrista e detona: “O Caio toca nas Velhas Virgens, uma das bandas mais podres de que se tem notícia, e quer pagar de gatinho. É um Velha Virgem, mas quer se passar por um Dominó.”

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