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Velhas Virgens e Crônicas      -
  Tocando o Puteiro

Saindo de um show em Ponta Porã, Cavalo levou Tatá, Marquinhos e outros companheiros para a primeira viagem internacional de suas vidas. Atravessaram a pé a fronteira com o Paraguai e passaram algumas horas em Pedro Juan Caballero. “Resolvemos então tomar umas cervejas paraguaias. São baratinhas. Alucinado, o Tatá começa a berrar: ‘Ayala, Ayala, eu tô aqui, Ayala.’ Só pra esclarecer, Ayala é um técnico de som paraguaio bastante conhecido na noite paulistana. Então saímos em busca de puteiro, mas eram 7h da manhã e, cá entre nós, até as putas descansam.”

Pois é, até as profissionais do sexo precisam relaxar. Mas esqueceram de contar isso para um pessoal que contratou as Velhas Virgens para um show no Paraná. Resultado: mais um dos inúmeros episódios indigestos vividos pela banda em prostíbulos espalhados Brasil.

“Certa vez, fomos fazer um show no Paraná e um dos caras que nos contratou disse que mandava na cidade. Ele garantiu que a gente podia tocar até tarde e depois faria qualquer puteiro funcionar na hora que a gente acabasse o show”, lembra Paulão.

Até seria interessante se fosse verdade. “Mas a história não era bem assim. Acabamos de tocar tarde pra caramba, ficamos tomando umas até mais tarde ainda e o sol ia nascendo quando resolvemos visitar um puteiro da cidade – mais por insistência do cara, pois eram quase 7h da matina e a gente achou estranho o puteiro ficar aberto até aquela hora. Nem em São Paulo é assim, com exceção do Love Story, que nem é puteiro, é balada”, prossegue Paulão.

“Estacionamos na frente do puteiro e o cara começa a tocar a campainha. Ninguém atende e ele vai ficando impaciente, começa a reclamar, praguejar, xingar as putas. Passa um tempo, sai uma puta cheia de bob na cabeça falando: ‘Porra, a gente também tem o direito de dormir. Ficamos esperando um tempão você trazer os garotos e você não deu nem sinal de vida. Agora não tem negócio.’ E pum. Bateu a porta na cara do suposto dono da cidade.”

 
 

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